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[Resenha] A ilha dos dissidentes, de Bárbara Morais

07 outubro 2015 12 comentários
Páginas: 304
Lançamento: 2013
Editora: Gutenberg
Classificação: ★★★★★ 
Ser levada para uma cidade especial não estava nos planos de Sybil. Tudo o que ela mais queria era sair de Kali, zona paupérrima da guerra entre a União e o Império do Sol, e não precisar entrar para o exército. Mas ela nunca imaginou que pudesse ser um dos anômalos, um grupo especial de pessoas com mutações genéticas que os fazia ter habilidades sobre-humanas inacreditáveis. Como única sobrevivente de um naufrágio, ela agora irá se juntar a uma família adotiva na maior cidade de mutantes do continente e precisará se adaptar a uma nova realidade. E logo aprenderá que ser diferente pode ser ainda mais difícil que viver em um mundo em guerra.

Ouço falar deste livro desde a época do seu lançamento, uma distopia escrita por uma autora brasileira e que tinha tudo para dar certo. Eu precisava ler para conferir!

A história se passa em um mundo em guerra, dominado pelos humanos, mas amplamente habitado pelos anômalos, pessoas que sofreram modificações em seu DNA e desenvolveram poderes especiais. Sybil, nossa personagem principal, morava em uma zona de guerra, mas ao passar por um acidente onde foi a única sobrevivente descobre que também não é completamente humana.

Ela é mandada para viver em uma cidade de anômalos, para morar com pais adotivos e frequentar uma nova escola. Sua nova vida parecia ser perfeita, mas ela ainda não sabia o quanto poderia ser perigoso ter os poderes que tem.

[Dicas de filmes] Prova de fogo - A adaptação cinematográfica da saga Maze Runner

22 setembro 2015 5 comentários
E aí, pessoal! Como vão vocês? Espero que tudo certinho. Hoje vim conversar com vocês sobre uma coisa que adoro: Distopia! Nunca comentei sobre Correr ou Morrer com vocês, mas ela é uma das minhas distopias favoritas! Não quero sair dando spoilers nem nada do tipo, mas queria só falar um pouquinho sobre a adaptação dessa saga incrível para as telonas.


Para quem leu os livros não é novidade nenhuma que eles fizeram muitas mudanças desde o primeiro filme, e não era nada sutil não, hein? Eram coisas que dava para perceber até pelo trailer. Pode até ser que isso deixe muita gente chateada, eu mesma me chateio bastante quando eles saem mudando as coisas dos livros que eu amo. Mas no caso de Maze Runner, os filmes estão ficando simplesmente maravilhosos!

[Resenha] O Teste, de Joelle Charbonneau

21 março 2015 Nenhum comentário

Páginas: 320
Lançamento: 2014
Editora: Única
Classificação: ★★★★★

No dia de formatura de Malencia ‘Cia’ Vale e dos jovens da Colônia Cinco Lagos, tudo o que ela consegue imaginar – e esperar – é ser escolhida para O Teste, um programa elaborado pela Comunidade das Nações Unificadas, que seleciona os melhores e mais brilhantes recém-formados para que se tornem líderes na demorada reconstrução do mundo pós-guerra. Ela sabe que é um caminho árduo, mas existe pouca informação a respeito dessa seleção. Então, ela é finalmente escolhida e seu pai, que também havia participado da seleção, se mostra preocupado. Desconfiada de seu futuro, ela corajosamente segue para longe dos amigos e da família, talvez para sempre. O perigo e o terror a aguardam.
Será que uma jovem é capaz de enfrentar um governo que a escolheu para se defender?
Cia é uma jovem que sempre se esforçou muito nos estudos, seu sonho era ser escolhida para O Teste e ter a chance de entrar para a faculdade, assim como seu pai, e orgulhar sua família. Porém quando isso finalmente acontece, seu pai revela a ela um segredo: ele não tem lembrança nenhuma do Teste, o governo removeu suas memórias, e ele tem pesadelos horríveis sobre o que aconteceu, mas não tem certeza se eles podem ou não ser realidade.

[Dicas de séries] The 100

15 março 2015 Nenhum comentário

Já faz muito tempo que sou viciada em séries, recentemente meu vício em livros tem superado bastante esse outro. Mas se tem uma série que não consigo deixar de assistir, mesmo estando no meio do melhor dos livro, é The 100.

Essa série distópica, baseada no livro com o mesmo nome, foi lançada no ano passado, já tem duas temporadas completas e se encontra renovada para a terceira.

[Resenha] A menina que tinha dons, de M. R. Carey

05 março 2015 Nenhum comentário
Páginas: 384
Lançamento: 2014
Editora: Rocco
Classificação: ★★★★★ 

Sinopse: Num futuro distópico, em que a maioria da humanidade foi exterminada, um grupo de crianças vive confinado numa base militar. Todas as manhãs elas aguardam em suas celas o sargento Parks vir com uma arma apontada e mais dois de seus homens para afivelá-las — tornozelos, pulsos e pescoço — à cadeira de rodas que as levará para a aula. Certa vez, Melanie, a mais inteligente delas, brincou dizendo que não iria mordê-los. Ninguém riu. Sabiam que o cheiro de carne humana era o estopim para que ela perdesse o controle e entrasse num estado de muita, muita “fome”!

A menina que tinha dons conta a história de Melanie, uma doce menina de 10 anos, extremamente inteligente, que ama sua professora. Uma menina que não sabe por que a vida dela é tão diferente das histórias que as contam dos livros. Uma menina que nunca comeu bolo, nem chocolate, apenas larvas, e só aos dias de domingo. Uma menina que não sabe por que sente tanta fome quando sente o cheiro da unica pessoa que ela ama. Este livro não é sobre zumbis, mas você vai encontrar muitos nele. Este livro é sobre inocência, sobre perdão e recomeço.
Melanie faz parte de um estudo realizado com crianças que de alguma forma tem imunidade parcial ao fungo mutante que está transformando as pessoas em famintos, essa imudidade permite que eles possam pensar, se comunicar e aprender, mas isso não significa que ele não sintam fome. Ela tem uma rotina rígida: aula de segunda à sexta, comida e banhos aos domingos, sempre amarrada a uma cadeira de rodas, e no restante do tempo fica presa em sua cela quase vazia. Ela ama sua professora Justineau como se fosse uma mãe, e apesar de ser tão inteligente é extremamente inocente quanto a sua realidade.

[Resenha] Trilogia Estilhaça-me, de Tahereh Mafi

03 março 2015 2 comentários
Páginas: 302
Lançamento: 2012
Editora: Novo Conceito
Classificação: ★★★★★ ♥ Favoritado!
Juliette não toca alguém a exatamente 264 dias. A última vez que ela o fez, que foi por acidente, foi presa por assassinato. Ninguém sabe por que o toque de Juliette é fatal. Enquanto ela não fere ninguém, ninguém realmente se importa. O mundo está ocupado demais se desmoronando para se importar com uma menina de 17 anos de idade. Doenças estão acabando com a população, a comida é difícil de encontrar, os pássaros não voam mais, e as nuvens são da cor errada. O Restabelecimento disse que seu caminho era a única maneira de consertar as coisas, então eles jogaram Juliette em uma célula. Agora muitas pessoas estão mortas, os sobreviventes estão sussurrando guerra – e o Restabelecimento mudou sua mente. Talvez Juliette é mais do que uma alma torturada de pelúcia em um corpo venenoso. Talvez ela seja exatamente o que precisamos agora. Juliette tem que fazer uma escolha: ser uma arma. Ou ser um guerreiro.
Aviso! Essa resenha pode conter leves spoilers, hahah. Em breve farei novas resenhas de cada um dos livros e serie mais cuidadosa. Se decidir ler, leia com responsabilidade ;)

Eu tenho a impressão de estar começando tudo errado, afinal, como fazer a resenha de toda uma trilogia? Mas a questão é que não consigo falar simplesmente de Estilhaça-me, não sem me lembrar de Liberta-me e Incendeia-me. Talvez eu devesse ter feito a resenha do primeiro antes de ler os outros, mas a questão é que depois que comecei a ler esta linda trilogia, não consegui mais parar!

Fazem anos que vejo esses livros nas prateleiras das livrarias, e já tinha lido sua sinopse, mas nunca, nem por um momento tive vontade de ler ele. Semana passada eu estava vendo um vídeo de uma booktuber sobre seus casais literários favoritos, e no segundo lugar estavam Warner e Juliette. Então eu pensei em dar uma chance a esta trilogia e meu único arrependimento foi não ter lido antes. Estou simplesmente, completamente apaixonada.
 
Desenvolvido por Michelly Melo.